dezembro 11, 2009

Maldivas


democracy now (com video desde copenhaga)

One the countries on the front lines of climate change is the Maldives. Eighty percent of the land lies three feet or less above the waves. The predicted sea level rise caused by global warming could wipe the country off the map. We speak with fifteen-year-old Maldives climate ambassador, Mohamed Axam Maumoon. On his message to the world, Maumoon says, “On the basis that you know what you are doing is wrong and you can see that the victim is begging for mercy…would you commit murder?”

Ronda Youtube











COP15: dia 3&4


Galerias de fotos do Guardian:

dezembro 09, 2009

COP15: dia 1 & 2


Video do Guardian
"The Guardian environment editor, John Vidal, goes behind the scenes at the Copenhagen climate change conference venue"

Galeria de Fotos:
Mais fotos no flickr:

Naomi Klein kick-starts the activism at Copenhagen with call for disobedience
"The Copenhagen deal may turn into the worst kind of disaster capitalism, Naomi Klein said last night. In her speech to Klimaforum09, the "people's summit" she told the thousand or so campaigners and activists that this was a chance to carry on building the new convergence, the movement of movements that began "all those years ago in Seattle, fighting against the privatisation of life itself"

Danish police raid Copenhagen climate campaigners' rooms
"Police detain 200 activists at their Copenhagen accommodation and seize items they claim could be used for acts of civil disobedience"

Notícias actualizadas no blog da Quercus em Copenhaga

dezembro 08, 2009

COP15


Movimentos sociais envolvidos na Cimeira Climática de Copenhaga:
(excerto Esquerda.net)

Klimaforum09 (notícias actualizadas diariamente, comentários, eventos)
Climate-Justice-Action (notícias actualizadas diariamente sobre os acontecimentos)
"uma rede que junta movimentos e activistas no confronto com o capitalismo fóssil. Esta rede tem insistido na necessidade de acabar com a exploração de combustíveis fósseis e de reconhecer e pagar a dívida ecológica que os países ricos têm relativamente aos países mais pobres"
Greenpeace (notícias actualizadas diariamente em: Copenhagen2009)
tcktcktck e http://live.tcktcktck.org/(actualizações sobre acções em tempo real) 
350.org (notícias actualizadas diariamente, acções globais)
ClimateCollective  (notícias actualizadas diariamente)
"um colectivo de activistas que coloca em causa a legitimidade nas negociações climáticas e que planeia perturbar o quotidiano de Copenhaga com acções de desobediência civil"

Recursos:
DemocracyNow - emissões diárias a partir de Copenhaga
Copenhagen activists' diary no guardian
The Guardian Copenhagen Summit - liveblog com actualizações hora a hora


Filme de abertura COP15

Um guia para a Cimeira de Copenhaga

An activist's guide to Copenhagen - guardian.co.uk

"We're expecting more than 10,000 people a day," says Richard Steed, one of the organisers of Klimaforum09, which has been funded by the Danish government. "This is about creating a people's network which will carry on communicating and working together long after the conference is finished. I don't think Klimaforum is about smashing the state, but we don't want to see business as usual any more, that isn't going to solve anything. We're looking at radical solutions."

Naomi Klein, George Monbiot and Vandana Shiva have all committed to speak during the two weeks of meetings and workshops on subjects like climate justice, transition towns, capitalism, ecological debt.

canal de notícias sobre Copenhaga no Público: http://static.publico.clix.pt/copenhaga/

dossier Cimeira de Copenhaga no Esquerda.net

2020


campanha da Greenpeace e tcktcktck.org
galeria no flickr com mais imagens

Naomi Klein e COP15


2 artigos de opinião de Naomi Klein: Seattle Grows Up & Climate Rage


"O livro é o relato fascinante do que realmente aconteceu em Seattle, mas quando falei com David Solnit, o guru da acção directa que ajudou a projectar o impedimento, estava menos interessado em relembrar 1999 do que em falar da próxima cimeira das Nações Unidas em Copenhaga, sobre as alterações climáticas e as acções para uma «justiça climática» que está a organizar nos Estados Unidos para o dia 30 de Novembro. Solnit disse-me "Isto é definitivamente um momento do mesmo tipo que Seattle. As pessoas estão prontas para seguir em frente."

A grande crítica ao movimento que os meios de comunicação insistiram em chamar "a antiglobalização" foi que tinha sempre uma «lista de roupa suja» e poucas alternativas concretas. Pelo contrário, o movimento que converge em Copenhaga concentra-se numa única questão – as alterações climáticas - mas tece um discurso coerente em torno da sua causa e das suas curas, que incorpora praticamente cada questão sobre o planeta. Neste discurso, o nosso clima não se está a alterar simplesmente por causa de determinadas práticas poluidoras, mas por causa da lógica subjacente do capitalismo, que valoriza o lucro a curto prazo e o crescimento perpétuo acima de tudo. Os nossos governos querem nos fazer acreditar que a mesma lógica pode agora ser utilizada para resolver a crise do clima - criando uma mercadoria comerciável chamada "carbono" e transformando as florestas e as terras de cultivo em «vazadouros» que supostamente compensarão as nossas emissões excessivas.

Mas os activistas em Copenhaga não dirão simplesmente não a tudo isso. Promoverão agressivamente soluções que simultaneamente reduzam as emissões e limitem as desigualdades. Diferentemente das cimeiras prévias, onde as alternativas pareceram uma reflexão tardia, em Copenhaga as alternativas tornar-se-ão o alvo central. Por exemplo, a acção directa da coligação Acção para a Justiça Climática mobilizou activistas a tomar de assalto o centro de conferência no dia 16 de Dezembro. Muitos o farão como parte do «bike bloc», montados em conjunto numa "nova máquina irresistível até agora não revelada da resistência" composto por centenas de velhas bicicletas. O objectivo da acção não é impedir a cimeira, ao estilo de Seattle, mas abri-la, transformando-a num «espaço para falar sobre a nossa agenda, uma agenda vinda de baixo, uma agenda da justiça climática, de verdadeiras soluções contra as falsas soluções... Será o nosso dia."

Climate Rage

One last chance to save the world—for months, that's how the United Nations summit on climate change in Copenhagen, which starts in early December, was being hyped. Officials from 192 countries were finally going to make a deal to keep global temperatures below catastrophic levels. The summit called for "that old comic-book sensibility of uniting in the face of a common danger threatening the Earth," said Todd Stern, President Obama's chief envoy on climate issues. "It's not a meteor or a space invader, but the damage to our planet, to our community, to our children and their children will be just as great."

The case for climate debt begins like most discussions of climate change: with the science. Before the Industrial Revolution, the density of carbon dioxide in the atmosphere—the key cause of global warming—was about 280 parts per million. Today, it has reached 387 ppm—far above safe limits—and it's still rising. Developed countries, which represent less than 20 percent of the world's population, have emitted almost 75 percent of all greenhouse-gas pollution that is now destabilizing the climate. (The U.S. alone, which comprises barely five percent of the global population, contributes 25 percent of all carbon emissions.) And while developing countries like China and India have also begun to spew large amounts of carbon dioxide, the reasoning goes, they are not equally responsible for the cost of the cleanup, because they have contributed only a small fraction of the 200 years of cumulative pollution that has caused the crisis.

Climate debt is about who will pick up the bill. The grass-roots movement behind the proposal argues that all the costs associated with adapting to a more hostile ecology—everything from building stronger sea walls to switching to cleaner, more expensive technologies—are the responsibility of the countries that created the crisis.

"If we are to curb emissions in the next decade, we need a massive mobilization larger than any in history," Navarro declared at the end of her talk. "We need a Marshall Plan for the Earth. This plan must mobilize financing and technology transfer on scales never seen before. It must get technology onto the ground in every country to ensure we reduce emissions while raising people's quality of life. We have only a decade."

7 Dezembro 2009



Mais em guardian.co.uk 

Alan Rusbridger, editor-in-chief of the Guardian, said: "Newspapers have never done anything like this before but they have never had to cover a story like this before. No individual newspaper editorial could hope to influence the outcome of Copenhagen but I hope the combined voice of 56 major papers speaking in 20 languages will remind the politicians and negotiators gathering there what is at stake – and persuade them to rise above the rivalries and inflexibility that have stood in the way of a deal."

o editorial: publico.pt

"Se não nos juntarmos para tomar uma acção decisiva, as alterações climáticas irão devastar o nosso planeta, e juntamente com ele a nossa prosperidade e a nossa segurança. Desde há uma geração que os perigos têm vindo a tornar-se evidentes. Agora, os factos já começaram a falar por si próprios: 11 dos últimos 14 anos foram os mais quentes desde que existem registos, a camada de gelo árctico está a derreter-se, e os elevados preços do petróleo e dos alimentos no ano passado permitiram-nos ter uma antevisão de futuras catástrofes. 

Nas publicações científicas, a questão já não é se a culpa é dos seres humanos, mas sim quão pouco tempo ainda nos sobra para conseguirmos limitar os danos. Mas, mesmo assim, até agora a resposta a nível mundial tem sido frouxa e sem grande convicção."